sábado, 16 de agosto de 2008

Sonhos




A moça, que julgava não ter sonhos, se via ali, sentada, imaginando como alcançar seus pseudo-sonhos. Sim, ela tinha sim sonhos. Era fato. Sua mente fingia não se importar com o que seu coração insistia em não esquecer, planejava inconscientemente táticas para alcança o que queria.
Era bom poder sentir o coração pulsando por algo, deixou então que a mente se importasse. Permitiu-se preocupar com o futuro, se seus sonhos seriam ou não realizados, se um dia poderia dizer que estava onde queria estar.
Fechou o livro, não conseguia mesmo se concentrar naquelas palavras que ligação nenhuma tinham com seus sonhos. E o planejamento tornou-se consciente.
Queria organizar seu tempo para correr em busca de seus sonhos, de todos eles, por menores que fossem.
Pensou nisso até que o sono lhe alcançou, apagou as luzes e dormiu, que o abraço de Morpheu trouxesse-lhe outras espécies de sonhos.

1 comentários:

alexander disse...

não sei por onde começo denovo, txt confuso q nem a vida? espero q esta menos q a minha. se sonhos, sonhos....existem muitos, existem sonhos diferentes, o dificil é entender qual...hj te falei sobre os meus. consegui e hj em dia vejo q sonhos servem como metas.

eu tenho um sonho, e esse vai ser dificil de ser realizar, mas como são chamados sonhos são sonhos. se fossem faceis num seriam sonhos....

vc é o meu.