domingo, 15 de abril de 2012

Chega!

Meu corpo fraqueja e eu resisto. Puxo o ar pra dentro dos pulmões com a força de quem quer vida e coragem de volta.
As lágrimas caíram todas sem ninguém para seca-las. Abracei o vazio muitas vezes, procurei colo na escuridão. Mas a voz que gritava a minha perda se calou. E o silencio já não me incomoda. A solidão vai se tornando companheira.
Seco minhas próprias lágrimas, curo minhas feridas e decido seguir em frente. Não, não vou mais olhar pra trás.

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